2 de novembro de 2016

Mar de Borboletas


Mar de Borboletas
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O tecido macio acaricia a face cansada e, nos olhos, encravada está a melancolia, fica ali, represada... Mas, sem querer, lábios encostam na pele, encontram a trilha de pintas, que segue até o joelho e some na curva da perna... então, dedos impassíveis lançam-se ao caminho inverso... E depois, bem depois, vem o estremecimento, onda no mar de borboletas coloridas... cabeça que pende, não mais atrevida... olhos que perdem a melancolia, agora brilham no escuro, centelhas de vida.

Dhenova

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