.

Da fêmea que sou, ah, eu sei...

18 de junho de 2016

Outono


Outono

São lágrimas que escorrem
atravessam as telhas
de um céu cinzento
que hoje homenageia
a entrada do outono

vez por outra
pingos mais fortes
fazem a sinfonia
batem desordenados
no balde de plástico
verde... sem ventania
talvez poesia
apenas compassados
um e outro
abraçados

são murmúrios secos
os molhados de chuva
trazem emoção aos olhos
versos soltos na rua.

Dhenova

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quem me acompanha...

Pesquisar este blog