Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

1 de outubro de 2015

Nunca fui eu...



Nunca fui eu...

Encontrada foi a moça de cabelos vermelhos, aquela que servia ao tal Rei, a que tinha nome de Anjo... nunca fui eu... meus cabelos são castanhos, castanhos escuros; e meus olhos cor de amêndoa, raiada de sol num temporal de emoções intensas... Sabe? Aquela que servia ao tal Rei? Nunca fui eu!

Andréa Yunes

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