Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

26 de setembro de 2015

O que fazer...



O que fazer quando um Beija-Flor surge à janela? O que pensar quando ele se aconchega em tuas mãos? O que permitir? Deixar de respirar? Apenas sorrir?
Relaxar encantada com o roçar das asas? Sentir a pulsação? Responder à emoção?
Por favor, alguém me diga: 'O que fazer quando um Beija-Flor te enche de vida?'

Dhenova

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