6 de julho de 2015

Sobre frieza...

Enquanto teu peito
permanece rio
fico sem jeito
procuro o despeito
encontro o beijo
que provoca arrepio
desprovido...
cinza, sem brio

enquanto os lençois
estão gelados
escrevo o anúncio
pedindo o resgate
emoções nuas nas faces
rostos despreocupados
ilusões de um prelúdio
a dois...

enquanto a madrugada
vai embora
e o azulado vira amarelo
lá fora
alguns tons lembram o eterno
"quem nasce frio
desconhece o inverno".

Dhenova

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