20 de julho de 2015

Sem receio



Sem receio

Colhi as flores mais belas
coloquei em vasos de barro
espalhei-os como aquarelas
tracei a história que narro

nua mergulhei na água azul
deixei os olhos bem abertos
em nosso universo sem tabu
desfiz conceitos concretos

e te encontrei no meio
perto do fim, na passagem
lá no alto o sol sem receio
convidou à outra viagem

ergui-me das profundezas
abri os braços para o amor
inundou-me a delicadeza
de mesmo no inverno ser flor.

Dhenova

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