Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

15 de junho de 2015

O quê realmente vale...



O quê realmente vale...


vale na vida
sorriso gentil
brindado assim 
por quem não se espera

 toque de mão
quente, terno
silente emoção
de quem é eterno

palavra amiga
caridosa, etérea
gesto de amor
como luz de lanterna

que mostra o caminho
para seres felizes
florido, com espinhos
sem cicatrizes

vale na vida
amizade verdadeira
o resto? é resto
somente besteira.

Dhênova

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