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Dos rios que não cruzei... não sei!

4 de abril de 2013

Por onde andei? Não sei...


Por onde andei? Não sei...

Andei passeando entre vãos escuros do íntimo, vasculhando recônditos, amassando, picando papeis velhos, limpando as gavetas, separando tesouros. Jogando fora dúvidas e sofrimentos.
Andei mascando fumo pra amainar a dor, sentir prazer em determinados momentos, mas só fiquei com dentes amarelados, um peso na cabeça danado e tudo continuou bizarro.
Na estante da vida, venho empilhando livros vazios faz algum tempo e deixando os de poesia numa só pilha. Agora guardarei os clássicos numa caixa bem em cima, e deixarei jornais velhos e revistas no meio. Embaixo, aqueles que marcam no tempo. E espalhados pelo quarto, meus pedaços, poemas, prosas, dilemas... no banheiro, meu caderno de rascunhos em cena.
Andei observando a vida passar sofrida, e só tenho chorado meus erros... desisti, agora, de ser triste, quero o sol mais brilhante, quero a estrela, mesmo que a lua seja minguante.

Dhenova

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