7 de abril de 2013

Ardores do Vento


Ardores do Vento

Oh, vento denso e cortante
cruzas o céu de flores secas
buscas no véu a aspereza
fazes do verso tola demência

Dantesco vento, vil e vibrante,
que o tudo de vida, tu secas,
com tua inclemente dureza
de ardores em tua essência...

Mas é quando viras só brisa
que encontras dormente verdade
nas palavras suaves da poetisa

E brisa te fazes, e brilhas,
pungindo mil docilidades,
que na lânguida tez paralisas...

Dhenova & Ânderlo Strwsk

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