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Dos rios que não cruzei... não sei!

1 de março de 2013

E se o sol batesse na janela do meu quarto?


E se o sol batesse na janela do meu quarto?

Se o sol batesse na janela do meu quarto
eu permitiria a sua entrada mesmo bizarra
arriscaria ser queimada só em fogo farto
e cantaria intensamente tal qual cigarra

E a folia de ser livre emolduraria o pranto
que se tornaria apenas um outro tolo clichê
nem tão belo ou tão singelo, sem encanto
porém aprisionado no eterno/terno querer

e depois que Apolo invadisse o aposento
depois de penetrar cada poro e saliência
eu abriria a porta dos fundos no intento

De deixar escapar o brilho insano da poesia
de compartilhar com os outros tal momento
no instante nada secreto de amor e de alforria.

Dhenova
08/02/2010

2 comentários:

  1. menina! Minha amiga!
    estive aqui viajando em seus magníficos versos e vendo como sua poesia brilha!
    Beijão!

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  2. Querido Mariano, eu fico feliz demais que gostes... volte sempre.

    beijos

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