Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

17 de fevereiro de 2013

Dança na madrugada


Dança na Madrugada

O luar brilhava no horizonte negro, por entre nuvens cinzentas, e embaixo de uma árvore um cancioneiro cantava baixinho uma canção amena... no prado, bem perto, o vulto de um casal à meia luz, de mãos dadas, olhos nos olhos, ouvia a bela canção... olhos nos olhos, mãos apertadas, sorrisos nos rostos... ainda juntos, apesar da escuridão, dançavam na madrugada, já sem solidão.

Dhenova

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