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Dos rios que não cruzei... não sei!

23 de janeiro de 2013

Verso Pródigo

Verso Pródigo

Era madrugada
quando pari a semente
parto difícil, prematuro
era madrugada
quando rasguei o ventre

era alvorada
quando acariciei o filho
com amor da mãe mais amada
mostrei aos deuses o fruto
era alvorada

era manhã alta
quando soltei o rebento
cresceu de forma desordenada
expandiu-se por dentro
era manhã alta

era tarde de calmaria
paz desejada no íntimo
verso pródigo voltou à poesia
enquanto cantava meu hino
era tarde de calmaria

era noite de estrelas
quando palavras gentis
foram deixadas no portal
escritas em 'x'
emoção fluiu natural

era noite de estrelas
a chuva foi embora
criptografei a mensagem numa rosa
era esperada a aurora
que se mostrou sem igual

e a emoção fluiu natural.

Dhenova

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