Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

8 de janeiro de 2013

Semeie o bem sem olhar a quem


Semeie o bem sem olhar a quem

S iga o norte do coração
E ncontre o pretexto
M ergulhe fundo na emoção
E nobreça o conceito
I niba a crua tentação
E m vários pedaços

O rganize a vida

B atizada no espaço
E ncare a porta de saída
M ovimento acrobático

S inta o amor verdadeiro
E moldurado pelo tempo
M ascare os desejos febris

O rgulhe-se de si
L iberte-se das agruras
H umano é o ser de cura
A proxime-se do pecado
R eorganize os fatos

A lcance a pureza

Q ueira a todos com nobreza
U m ou outro não importa
E nterneça, faça o bem
M esmo a quem pouco se importa.

Dhenova

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