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Dos rios que não cruzei... não sei!

6 de janeiro de 2013

Peixe Palhaço


Peixe Palhaço

E foi assim que me senti, adormecido sobre as letras, sobre meu conhecimento, busquei metáforas pra sentir este infeliz lamento e ainda assim nada resolveu... continuei desmaiado, procurei no sonho o laço, mas nada encontrei. Sei da vida em linha reta, desvios e setas me confundem, não gosto de curvas, e as uso sempre como escudo... não sei o que há, não consigo acordar deste meu sonho: as letras dançam entre peixes palhaços e me tiram pra tal, sorrio ainda e nada nem ninguém é capaz de me fazer mal, não acredito nisso, acredito em cuidar do próprio umbigo ... não entendi o mormaço quando a vida floresceu. Tive medo, e continuo tendo... mas não é isso que não me faz acordar do sonho... é o cheiro, cheiro de livro, ainda que molhado pela chuva do íntimo, me faz um bem danado... é, sei lá da vida, do mormaço, nem do mal, nem do tal palhaço...

Dhenova

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