Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

25 de janeiro de 2013

Jorrando...


Jorrando...


Ao redor da grande árvore
havia marcas da fogueira
sabíamos da passagem
e da tola brincadeira

ao redor havia mágica
explícita em peitos nus
vivíamos sem maldade
nos corações jorrava luz

ao redor da grande árvore
gritos mudos dos galhos
desafiavam a vida pra luta
tudo escrito num diário...


Dhenova

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