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Dos rios que não cruzei... não sei!

10 de janeiro de 2013

Enternecida Saudade


ENTERNECIDA SAUDADE

E spero a mão
N a manhã sem pesadelo
T ento ensaiar um não
E me cala o beijo
R esgato então o sonho
N a madrugada fria
E nquanto as estrelas
C ontinuam perdidas
I mpossível viver só
D ia e noite nesta vida
A esperar novas paixões

S into as batidas
A celeradas do coração
U ma saudade imensa
D ói e mostra solidão
A guardo o sol amanhã
D oce nascer do dia
E nternecida, busco poesia.

Dhenova

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