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Da fêmea que sou, ah, eu sei...

8 de janeiro de 2013

Amanhecer


Amanhecer


Luz entra pela janela
invade o ambiente frio
ilumina o quarto, a sala
ar fica menos sombrio

fio escrito em linha reta
desenhado nos lençois
perde-se dentro do poeta
o canto dos rouxinois

versos abrem os olhos
procuram os espíritos
na parede os molhos
pendurados por gritos

são chaves eternas
abrem todas portas
trancam as más cenas
em memórias rotas

são chaves idênticas
marcadas pela morte
risadas autênticas
símbolos de sorte

enquanto amanhece o dia.


Dhenova

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