Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

30 de dezembro de 2012

Saciando a fome de verso


Saciando a fome de verso

S aciar a fome da boemia
A lcançar o céu da magia
C onseguir a luz do dia
I maginar a melhor alegria
A braçar o pensamento sincero
N avegar o mar mais belo
D ormir ao relento, ao vento
O lhar o novo sol a todo momento

A o mesmo tempo,

F azer tudo de novo
O rganizar o futuro
M emorizar o presente
E squecer o passado

D eixar os pensamentos livres
E ncontrar o mais puro amor

V iajar na melhor emoção
E sperar a mais doida paixão
R econhecer a triste verdade
S em os ternos versos da poesia
O melhor da vida é utopia.

Dhenova

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