Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

21 de novembro de 2012

Já não somos


Já não somos

Um dia, fomos um
já olhamos para o mesmo lado
já deixamos de olhar
um dia, fomos um
nos guiou os mesmos passos
pássaro lindo azul
um dia, fomos um
no horizonte amarelado
nos perdemos da luz
um dia, fomos...

hoje, já não somos.

Dhênova
25/1/2011

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