22 de novembro de 2012

Escrituras Nuas


ESCRITURAS NUAS

Eu chamo o vento
Companheiro do tempo
Eu protejo o beijo
Molhado de desejo
Eu busco o sol
No canto do rouxinol
Eu sinto a saudade
Doce verdade
Eu leio as escrituras
Tão cruas, nuas, duras
Eu assino na borda
Desenhada pela aurora
Eu percebo a esperança
No semblante da criança
Eu deixo cair o véu
Um pedaço de céu.

Dhenova

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quem me acompanha...

Pesquisar este blog