Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

4 de setembro de 2012

Teu olhar...



Meu olhar procura o teu, enquanto lá fora a chuva continua a cair... e os pingos, quando batem no chão, fazem um estranho zigue zague entre a cerâmica ainda cinza e suja do pó da civilização, o verde ficou pra trás. É... E assim, com o mesmo olhar, eu ainda procuro a última estação e o teu olhar... espero, logo ali. 

Dhenova

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