Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

13 de julho de 2012

Nova Era


Nova era


Debaixo daquela árvore segura
havia um céu imenso adiante
impossível esquecer a candura
do gesto terno e tocante

debaixo daquela árvore
nasceu amor de diamante
estrelas pontiagudas sem dores
apenas o bem como amante

debaixo daquela árvore
nascia uma nova era
poesia de gente do bem
esquecida de qualquer fera.


Dhenova

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