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Da fêmea que sou, ah, eu sei...

3 de junho de 2012

Um sei lá sobre as brumas...

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Um sei lá sobre as brumas...

 

Da janela vem um ar morno, brisa sufocante, me pega desnuda, em cima da cama... tão absurda!

 

Uma imagem para esta imagem... hoje ouve a inversão, vieram as letras bem juntinhas antes da cena... sei lá como continuar... mas (J)

Quem sabe uma imagem, sensual mas não vulgar, quase mostrando mas ainda não... gostei

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Da janela vem um ar morno,

brisa sufocante,

me pega desnuda,

em cima da cama...

tão absurda

Da porta há uma batida

Seca e crua

Tão abissal

Cena tão curta

Sabidas as rotas

Imaginadas, puras

E não sei dizer as horas

Da noite vem a solidão

Um silêncio no quarto

Cedo à pressão

Corpo aos pedaços

Desenho outro traço

Relembro a escolha

O verso sem universo

E aquela bolha quadrada

Desfaz e refaz o caminho

Mas não há giz colorido

Então, é melhor acatar o destino...

 

...

 

Dhenova

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