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Da fêmea que sou, ah, eu sei...

20 de fevereiro de 2011

Rio Caudaloso

RIO CAUDALOSO

R esquícios de ontem
I nvadem a mente
O ndas negras assomam

C oração frágil, carente
A barca deixou
U m espaço em branco
D ifícil saber o rumo
A guas mornas barrentas
L ivres finalmente
O curso segue
S orvendo tudo
O caudaloso rio.

Dhênova

2 comentários:

  1. Adoro o modo e a atitude simples que se expressa... aprendo muito quando entro aqui ...

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  2. .
    .
    Sabe, Lucas, os acrósticos me fascinam... a busca da síntese, dizer muito em pouco, limitados os versos pelas iniciais, é um desafio... que eu gosto de ousar... teu comentário me incentiva a continuar. obrigada.

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