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Da fêmea que sou, ah, eu sei...

13 de novembro de 2010

Indefinindo o vácuo...

indefinindo o vácuo...

aperta-me o peito
pressiona o ar gelado
olhos embaçados
perdem-se no fim

há uma escuridão
envolvendo tudo
há uma ilusão
acerca do nunca
há uma emoção
surgindo do nada
há a sensação
sentida no todo

por ninguém...

por ninguém

aperta-me o ar gelado
pressiona o peito
olhos no fim
perdem-se, embaçados

há uma emoção
envolvendo o nunca
há uma ilusão
acerca de tudo
há a escuridão
surgindo do nada
há a sensação
sentida no todo

quase bizarra.

Dhênova
13/11/2010

Um comentário:

  1. Ô mana, que saudades!
    Ainda bem que a poesia ecoa mesmo no vácuo...
    Um grande beijo a você e ao Wasil.

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