Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

28 de agosto de 2010

Paredes cruas

Paredes cruas

Quando o silêncio tilintar nas paredes nuas
a brisa virá perfumada, trará nas pegadas
a suave e sincera canção do novo dia
encontrará eco nos quatro cantos da casa
sairá pelas janelas brancas e quadradas
e sumirá no universo brando da poesia...

Dhenova

Um comentário:

  1. Bonito poema, Andrea!
    Se puder, visite Pretextoselr, em http://pretextoselr.blogspot.com/
    Abraço.

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