Faço versos com o vento, areia do deserto; minha densidade eu mesma aguento, não sou sexo frágil; imaturidade não concebo, indiscutível é o intento, todavia, quando a maré é alta, o poema sai aos avessos, meio sem forma, mas no conteúdo, ah, ele arrasa e não deforma.

23 de julho de 2010

Fúria

Fúria

F erina a língua
Ú mida a retina
R egistrada a sina
I mbatível a mão
A bafada pelo não!

Dhenova - maio/2009

2 comentários:

  1. Oi Andréa.
    Você comentou uma postagem no meu blog outro dia e pediu para usar a charge em sala de aula... A charge é do artista Reinaldo, que publica no jornal "O Globo". Acho que não há problema algum em fazer uso do material, desde que se dê os crêditos ao artista.

    Gostei do poema.

    Beijo.

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