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Da fêmea que sou, ah, eu sei...

2 de maio de 2010

Colibri

Num voo livre,
a andorinha buscou o infinito
deixou-se levar pelo vento
respirou o ar mais limpo

Num voo rasante,
a águia quis a revanche
traçou nova meta, riscou o céu
pronta para a guerra

Num voo absurdo,
sem jeito nenhum, o colibri
atirou-se do monte, lá das alturas,
percebeu a falta das asas

pobre colibri, morto na queda.

Dhenova

Um comentário:

  1. Lindo!
    Cada ave com seu voo... E cá fiquei a pensar qual seria o meu!...

    Abraços carinhosos =)

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